Comissão aprova uso de código rápido para acesso a informações sobre produtos

Reprodução/TV Câmara
02/06/2016 - 14h35

Comissão aprova uso de código rápido para acesso a informações sobre produtos

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (1), proposta que prevê o uso do código rápido (do inglês, QR Code) em material publicitário e em embalagens como forma alternativa de acesso a informações relacionadas pela internet.

 
Reprodução/TV Câmara
dep. Sandro Alex
Sandro Alex defendeu o uso alternativo do QR Code: a imposição inviabilizaria que outra tecnologia mais moderna e com custos mais razoáveis pudesse ser adotada

O QR Code é um código de barras bidimensional que pode ser convertido em texto, em endereço de internet, em número de telefone, em localização georreferenciada, em e-mail, ou em SMS.

Para acessar o QR Code o interessado fotografa o código com a câmera de um telefone celular dotado de um programa ou aplicativo específico, e que esteja conectado à internet. O código geralmente direciona o usuário para uma página na web que contém informações adicionais sobre o objeto buscado.

O texto aprovado também determina que as mesmas informações disponíveis via QR Code também estejam acessíveis em Língua Brasileira de Sinais (Libras), para facilitar o entendimento por pessoas com deficiência auditiva.

Uso alternativo
Relator na comissão, o deputado Sandro Alex (PSD-PR), defendeu a aprovação do texto [PL6355/13, do deputado Wellington Roberto (PR-PB0] com a emenda proposta pela Comissão de Defesa do Consumidor. A emenda prevê a possibilidade de uso alternativo do Código QR, e não de forma impositiva como previa o texto original.

“Concordamos com a observação feita pelo deputado José Carlos Araújo (PR-BA), relator na comissão anterior, que enfatiza a possibilidade de aumento de custos e de preços, caso a adoção do QR Code fosse obrigatória”, disse Alex, ao também recomendar modificações no texto para que a medida seja facultativa.

Ao defender a faculdade da medida, Araújo justificou que a imposição do QR Code inviabilizaria que outra tecnologia mais moderna e com custos mais razoáveis pudesse vir a ser adotada.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo, já foi aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania
.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Newton Araújo
Agência Câmara Notícias
 

 

Notícias

Médicos com jornada de 40 horas não podem receber adiantamento do PCCS em dobro

22/08/2012 - 08h02 DECISÃO Médicos com jornada de 40 horas não podem receber adiantamento do PCCS em dobro Embora esteja integrado à remuneração do servidor, o adiantamento do PCCS (Plano de Classificação de Cargos e Salários) não tem natureza de vencimento básico e, por isso, não pode ser...

TRF1: Mesmo sem morar no imóvel família garante impenhorabilidade

TRF1: Mesmo sem morar no imóvel família garante impenhorabilidade A Sétima Turma do Tribunal Regional Federal negou provimento à remessa oficial e à apelação interposta pela Fazenda Nacional contra sentença que julgou parcialmente procedentes os embargos à execução para desconstituir a penhora...

Escritura reconhece união afetiva a três

Escritura reconhece união afetiva a três Foi divulgada essa semana uma Escritura Pública de União Poliafetiva que, de acordo com a tabeliã de notas e protestos da cidade de Tupã, interior de São Paulo, Cláudia do Nascimento Domingues,  pode ser considerada a primeira que trata sobre...

Juiz manda Goiasprev dividir pensão entre esposa e amante

Extraído de: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás  - 16 de Agosto de 2012 Juiz manda Goiasprev dividir pensão entre esposa e amante O juiz Ari Ferreira Queiroz, da 3ª Vara de Fazenda Pública Estadual, condenou a Goiás Previdência (Goiasprev) a dividir entre a esposa, a amante e sua...

PATERNIDADE SOCIOAFETIVA. INTERESSE DO MENOR

Jurisprudência do STJ - Paternidade socioafetiva - Interesse do menor PATERNIDADE SOCIOAFETIVA. INTERESSE DO MENOR. O registro espontâneo e consciente da paternidade – mesmo havendo sérias dúvidas sobre a ascendência genética – gera a paternidade socioafetiva, que não pode ser desconstituída...