Carteira de Trabalho Digital entrou em operação

28/11/2014

Brasília também já emite Carteira Digital

A Carteira de Trabalho Digital entrou em operação esta tarde em Brasília. A inauguração do novo sistema contou com a presença do ministro de Estado do Trabalho e Emprego, Manoel Dias e do Secretário de Trabalho e Emprego do Distrito Federal, Bolivar Rocha. Os primeiros dois documentos impressos com a nova tecnologia foram entregues às estudantes Letícia Rânifer de Souza Barreto e Welismara Alves Brito. A solenidade também marcou a inauguração da nova Superintendência Federal do Trabalho e Emprego, no edifício Venâncio 2000, na área central da cidade e com fácil acesso para a população.

O novo sistema permite a entrega da carteira de trabalho no ato da requisição e integra o programa de modernização do Ministério do Trabalho e Emprego. Com a implantação do sistema, além de ser atendido por agendamento, sem a necessidade de entrar em filas, o trabalhador passa a ter todos os seus dados cruzados no ato do cadastramento. “Essa mudança permite saber se o cidadão possui outros documentos ativos, número de PIS anterior ou esta recebendo benefícios federais. Tudo para dar mais segurança à emissão do documento e reduzir as chances de fraude”, destacou o ministro Manoel Dias, que fez um balanço das ações do ministério no ano de 2014.

De acordo com ele, o Ministério do Trabalho e Emprego tem como meta, este ano, colocar todos os serviços ao cidadão na era digital e deixar o caminho aberto para que, no ano que vem, a carteira tradicional deixe de existir. “Estará tudo pronto para a implantação do cartão do trabalhador, onde constarão digitalmente todos os dados e vínculos empregatícios de forma prática e segura”, comentou.

O sistema da carteira digital deve estar disponível em todos os Estados até o final do ano. As superintendências federais de cada unidade da federação estão sendo convocadas a organizar o atendimento de modo a permitir a entrega imediata do documento ao cidadão. “Levar 15, 20 dias para entregar o documento é um absurdo, um desrespeito ao trabalhador”, complementou Manoel Dias.

Extraído de Jurisite

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