Projeto regulamenta jogos eletrônicos e de interpretação

19/07/2012 11:10

Projeto regulamenta jogos eletrônicos e de interpretação

Arquivo/Brizza Cavalcante
Iracema Portella
Portella: a indicação da faixa etária do jogo deve estar visível na embalagem para facilitar o controle dos pais.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3497/12, da deputada Iracema Portella (PP-PI), que regulamenta os jogos eletrônicos e de interpretação (RPG). Pelo texto, esses jogos deverão destacar nas embalagens a faixa etária para a qual é indicada. Os jogos eletrônicos classificados como não recomendados para menores de 18 anos serão expostos em local específico, separado dos demais.

De acordo com o projeto, o jogo eletrônico ou de interpretação comercializado em desacordo com a lei acarretará ao vendedor, importador ou produtor sanções administrativas como multa, apreensão do produto e proibição de comercialização.

A autora ressalta que esses jogos apresentam situações de extrema violência e, frequentemente, cenas de incitação sexual explícita. Por isso, argumenta, configura um conteúdo inadequado para crianças e adolescentes em fase de formação de personalidade.

Iracema ressalta que o Ministério da Justiça estabeleceu um sistema de classificação indicativa para os jogos de computador, o qual pode ser consultado por meio de seu sítio na Internet. No entanto, a indicação para qual faixa etária o jogo se destina, na opinião da parlamentar, deve estar visível na embalagem para facilitar o controle dos pais e das autoridades.

“Pretendemos estabelecer uma forma simples e eficiente para que as famílias brasileiras possam conhecer a qual faixa etária um determinado jogo de computador se destina”, observa.

Tramitação
A proposta, que será analisada pelo Plenário, foi apensada ao Projeto de Lei 7319/10.

 

Reportagem – Oscar Telles
Edição – Marcelo Westphalem
Foto: Arquivo/Brizza Cavalcante
Agência Câmara de Notícias

 

Notícias

Banco terá que devolver a cliente dinheiro reaplicado sem autorização

26/04/2011 - 08h02 DECISÃO Banco terá que devolver a cliente dinheiro reaplicado sem autorização O Banco da Amazônia (Basa) terá que restituir a um cliente de Minas Gerais os valores que ele havia aplicado em fundo de investimento e que foram redirecionados sem sua autorização para outro fundo,...

Médico credenciado pelo SUS equipara-se a servidor público

Extraído de Portal do Holanda 26 de Abril de 2011 Médico credenciado pelo SUS é equiparado a servidor público - Médico particular credenciado pelo Sistema Único de Saúde equipara-se a servidor público para efeitos penais, mesmo que a infração pela qual foi condenado tenha acontecido antes da...

Antigo proprietário de veículo pode ser responsabilizado por IPVA

  Antigo proprietário de veículo pode ser responsabilizado por IPVA A ausência de comunicação ao DETRAN de venda de veículo gera responsabilidade solidária do antigo proprietário. Com esse entendimento o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) deu provimento a recurso de apelação nº...

Advogados resistem a enviar petições por meio eletrônico

Extraído de DNT 20.04.2011 Advogados resistem a enviar petições por meio eletrônico Seccional paulista da OAB vai realizar um mutirão para digitalizar milhares de processos em papel No fórum da pequena cidade de Dois Irmãos do Buriti, no Mato Grosso do Sul, não há mais processos em papel. Tudo foi...

Todos contra o novo Código de Processo Civil

Brasil Econômico - Todos contra o novo Código de Processo Civil (20.04.11)   Maeli Prado Desde outubro de 2009, quando o presidente do Senado, José Sarney, convocou uma comissão de juristas para redesenhar o Código de Processo Civil (CPC), o novo texto daquele que é classificado como a espinha...

Jurisprudência: Testamento. Cláusulas Vitalícias. Abrandamento

Extraído de Recivil Jurisprudência: Testamento. Cláusulas Vitalícias. Abrandamento. A Turma asseverou ser possível, em situações excepcionais de necessidade financeira, flexibilizar a vedação do art. 1.676 do CC/1916 e abrandar as cláusulas vitalícias de inalienabilidade, impenhorabilidade e...