Aplicativo ajuda no combate contra roubos e furtos de veículos no Brasil

Ilustração/Imagem: Sinesp Cidadão

 

Edição do dia 24/01/2014

24/01/2014 13h22 - Atualizado em 24/01/2014 13h22

Aplicativo ajuda no combate contra roubos e furtos de veículos no Brasil

Ferramenta já está à disposição da polícia e da população e é de graça.
Em um mês e meio, quase 150 mil pessoas baixaram o aplicativo.
Um simples aplicativo para celular é a mais nova arma contra roubos e furtos de veículos no Brasil. O Ministério da Justiça criou um aplicativo com dados do Denatran e das polícias civis de cada estado. É de graça, fácil de usar e não precisa se cadastrar.

Para fazer uma busca basta colocar os dados da placa. O aplicativo fornece todas as características do veículo: cor, modelo, ano. Se estiver tudo legal, aparece um sinal verde. Se o carro for roubado, um alerta vermelho.

Até policiais estão usando essa ferramenta nova. O soldado Rocha, recebeu uma denúncia sobre um carro abandonado numa rua em Planaltina de Goiás. Quando chegou ao local, acessou o aplicativo e a luz vermelha acendeu. “Constatando que o carro era roubado a gente foi verificar dentro da residência encontramos armas e drogas”, conta.

Em um mês e meio de funcionamento, quase 150 mil pessoas baixaram o aplicativo. Segundo o Ministério da Justiça, ele já serviu para recuperar veículos em quase todos os estados. “O de São Paulo foi curioso porque um taxista parou entre uma corrida e outra e identificou veiculo. Quando a policia chegou passou outro carro, ele checou de novo e outro carro também era roubado”, diz o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Pública Marcello Barros de Oliveira.

Apesar do sucesso do aplicativo, o Ministério da Justiça lembra que só a polícia pode recuperar um carro roubado. “Caso a pessoa verifique um carro roubado, a pessoa deve ligar 190. Não fazer nenhuma abordagem, não realizar nenhum tipo de ação que possa botar em risco a vida dessa pessoa ou de outras pessoas ali presentes”, alerta o tenente Alexander Jorge Jr.

 

Fonte: G1.globo.com (Jornal Hoje)

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