Educação ambiental pode virar disciplina obrigatória nas escolas

Plenário da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor, Fiscalização e Controle  Geraldo Magela/Agência Senado

Educação ambiental pode virar disciplina obrigatória nas escolas

  

Da Redação | 04/03/2016, 11h35 - ATUALIZADO EM 04/03/2016, 12h58

Está marcada para a próxima terça-feira (8) mais uma reunião deliberativa na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), com 18 itens na pauta.

Entre eles a proposta de Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) que torna a educação ambiental uma disciplina obrigatória nos ensinos fundamental e médio (PLS 221/2015). O relator da matéria, senador Valdir Raupp (PMDB-RO) recomenda sua aprovação.

Raupp lembra que pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) hoje vigente, a educação ambiental não é tratada como uma disciplina obrigatória, mas como um tema transversal às demais disciplinas.

Em seu relatório ele diz convergir com a visão de Cunha Lima, para quem a efetivação de uma consciência ecológica na sociedade não pode se pautar apenas em instrumentos repressivos e de controle, mas em mecanismos que levem ao fortalecimento da cidadania.

O projeto será analisado também pela Comissão de Educação depois de passar pela CMA.

Medidores

Também pode ser votado o PLC 113/2014, do deputado Felix Mendonça (PDT-BA). O projeto faculta aos consumidores de serviços de energia elétrica, água encanada, telefonia, gás liquefeito ou natural encanado ou qualquer outro serviço mensurável a instalação de medidores visando o próprio controle do uso dos serviços, independentemente da existência de medidores instalados com o mesmo fim pelo distribuidor. O projeto estabelece que a instalação dos equipamentos deve ser custeada pelo consumidor. O relator da matéria, senador Douglas Cintra (PTB-PE), é favorável à sua aprovação.

Celular com defeito

Outro projeto já aprovado na Câmara e que pode ser analisado na terça-feira é o da ex-deputada Lauriete Rodrigues, que trata da substituição de aparelhos de telefonia celular com defeito.

O relatório de Flexa Ribeiro (PSDB-PA) recomenda a aprovação da proposta. Durante o prazo de vigência da garantia do celular, passa a ser direito do consumidor que apresentar o aparelho defeituoso em um posto de assistência técnica receber um outro aparelho que possibilite pelo menos originar e receber chamadas, enviar mensagens de texto e conectar-se à internet. Neste caso, o empréstimo do aparelho não deverá acarretar ônus ao consumidor, que o devolverá nas mesmas condições em que o recebeu.

 

Agência Senado

Notícias

Ausência de nome paterno em registro não suspende vínculo jurídico

Para toda a vida Ausência de nome paterno em registro não suspende vínculo jurídico 12 de junho de 2026, 20h31 O pai biológico pediu a inclusão de seu sobrenome e a exclusão dos demais sobrenomes utilizados, sob pena, em suas palavras, de barrar os efeitos jurídicos do reconhecimento da filiação...

STJ julga se empréstimo consignado para analfabeto exige instrumento público

Consumidor vulnerável STJ julga se empréstimo consignado para analfabeto exige instrumento público Danilo Vital 14 de junho de 2026, 10h31 Proteção do analfabeto A alternativa é o uso de instrumento público: um documento oficial lavrado por um tabelião de notas, que fica responsável por ler o...