Escolha do fornecedor de energia poderá ser ampliada para todos os grandes consumidores

Plenário da Comissão de Serviços de Infraestrutura  Edilson Rodrigues/Agência Senado

Escolha do fornecedor de energia poderá ser ampliada para todos os grandes consumidores

  

Da Redação | 29/02/2016, 08h18 - ATUALIZADO EM 29/02/2016, 12h16

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) reúne-se na quarta-feira (2) para analisar projeto de lei (PLS 239/2014) que permite aos grandes consumidores de energia atendidos antes de 1995 a escolha de seu fornecedor no mercado livre de eletricidade.

Isso já é permitido para os que se interligaram à rede elétrica depois da Lei 9.074/1995. Para os que se interligaram antes dessa norma, o benefício só alcança o grupo que opera em níveis de tensão acima de 69 quilovolts.

O objetivo da proposta, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), é que todos os grandes consumidores de energia possam escolher livremente seu fornecedor, sem interferência das concessionárias e permissionárias de serviços de distribuição. Grandes consumidores de energia são os que demandam carga igual ou superior a 3 mil quilowatts, ou seja, indústrias de médio e grande porte e grandes comércios.

No mercado livre, o preço, a quantidade, os prazos de entrega, as garantias e os reajustes podem ser livremente negociados entre gerador e consumidor, sem interveniência das empresas distribuidoras. Com isso, as contratantes podem conseguir tarifas mais vantajosas.

O projeto tem relatório favorável de Sandra Braga (PMDB-AM) e, caso seja aprovado na Comissão de Infraestrutura e não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado, poderá seguir direto para análise da Câmara dos Deputados.

Avaliação de Política Pública

Na mesma data, a CI também deverá analisar o relatório de avaliação do Plano Nacional de Logística de Transportes (PNLT), elaborado pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT).

De acordo com o relatório, o PNLT foi cancelado sem ter conseguido reequilibrar a matriz de transportes, após sua terceira edição em 2011. Wellington explicou que o plano foi substituído por planos setoriais isolados, pelos Planos de Investimento em Logística e, em tese, pelo anunciado Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI).

A avaliação das políticas públicas implantadas pelo governo é uma das atribuições do Senado, por meio de suas comissões permanentes. O PNLT foi escolhido pela CI no ano passado. Além dele, a comissão avaliou o Plano Nacional de Recursos Hídricos.

 

Agência Senado

Notícias

Porte de armas

    Porte de armas Decreto 7.473/11 regulamenta registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição No mesmo dia em que o governo lança a Campanha Nacional de Desarmamento 2011, é publicado hoje, no DOU, o decreto 7.473/11, que dispõe sobre o decreto 5.123/04, que regulamenta a...

Banco não pode cobrar tarifa para compensar cheque

Extraído de JusBrasil Banco não pode cobrar tarifa para compensar cheque Extraído de: Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão - 2 horas atrás A 2ª Câmara Especial Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul concluiu que é abusiva a cobrança de tarifa de compensação de cheques, mesmo sendo...

Post mortem

  Estado não perde com cessão de herança Por Luciana Braga Simão   Com a partilha, cessa o estado de indivisão da herança e o herdeiro passa a ser titular das coisas a ele atribuídas, com efeito retroativo à morte do inventariado. Até então, a parcela da herança transferida ao herdeiro...

Afeto não pode ser parâmetro para união homoafetiva, diz CNBB

Quarta-feira, 04 de maio de 2011 Afeto não pode ser parâmetro para união homoafetiva, diz CNBB Advogados da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Associação Eduardo Banks realizaram sustentação oral perante a tribuna do Supremo Tribunal Federal (STF), na qualidade de amici curiae...

Novas regras para prisão processual respeitam mais os direitos do cidadão

Extraído de Portal do Holanda  03 de Maio de 2011   Novas regras para prisão processual respeitam mais os direitos do cidadão - Com a vigência do Projeto de Lei 4.208/2001 , que altera o Código de Processo Penal, a prisão processual estará praticamente inviablizada no Brasil. Essa é...

Prisão em flagrante

  Novo CPP dificulta prisão preventiva após flagrante Por Rodrigo Iennaco   Dando sequência à reforma do Código de Processo Penal, no âmbito da comissão constituída pela Portaria 61/2000, foi encaminhado à sanção presidencial o Projeto de Lei 4.208/2001, que altera dispositivos do CPP...