Clipping – VejaSP – Cresce número de casadas que rejeitam o sobrenome do parceiro

Clipping – VejaSP – Cresce número de casadas que rejeitam o sobrenome do parceiro

quarta-feira, 28 de Março de 2018 11:27

Ao mesmo tempo, sobe a porcentagem de homens que adotam o nome de família delas

Durante o casamento na Igreja Evangélica Batista, na Zona Oeste, em agosto do ano passado, os então noivos Felipe Aranha, de 27 anos, e Fernanda Luna, de 26, surpreenderam os convidados. Na hora de anunciar a união, o pastor se referiu ao casal como “a família Aranha Luna”. Muitos não sabiam, mas Felipe decidira adotar o sobrenome da moça ao trocar alianças — e ela, o dele, como de costume. “Quis mostrar respeito e dizer que temos peso igual no relacionamento”, afirma o marido.

Trata-se de uma tendência, assim como a rejeição das mulheres ao nome de família do parceiro. O número de moças que escolheram não alterar seus documentos atingiu o ápice no último ano, com um total de 18 000. As que não adotaram o sobrenome do marido já representam quase um terço das mulheres que se casaram em 2017.

No outro time, a quantidade de homens que aderiram ao título da esposa ficou estável desde a permissão da prática pelo Código Civil, em 2003. Sofreu queda em 2016, mas voltou a subir no ano passado, com quase 6 000 ocorrências do tipo. Os dados foram levantados pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP).

A estudante de direito Flavia Mattos, de 26, casou-se em março de 2017. Abriu mão do sobrenome do marido e causou desconforto entre os parentes mais velhos. “Tenho a minha independência”, defende -se. “O relacionamento não vai deixar de ser verdadeiro por causa disso.” Para a socióloga Carla Diéguez, da Fundação Escola de Sociologia e Política, o fenômeno reflete as recentes alterações de comportamento, na esteira da ascensão do feminismo. “A mulher está rompendo com o patriarcalismo, no qual o homem é o centro da família e o dominante nas relações.”

Fonte: VejaSP
Extraído de Anoreg/BR

Mulheres casadas estão preferido manter o nome de solteiras

Notícias

Uso ostensivo de servidão garante proteção possessória sem título

Acesso liberado Uso prolongado e ostensivo de servidão garante proteção possessória sem registro 13 de agosto de 2026, 07h31 Ao avaliar os pedidos, o relator considerou demonstrados os requisitos para autorizar a concessão da liminar. Segundo o magistrado, o laudo pericial comprova, por meio de...

TJSP mantém pensão alimentícia para filha após ela completar 18 anos

TJSP mantém pensão alimentícia para filha após ela completar 18 anos 12/08/2026 Fonte: Assessoria de Comunicação do IBDFAM (com informações do ConJur) A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo – TJSP manteve a obrigação de um pai de pagar alimentos à filha maior de idade. O...

Condômino não pode usar vaga de garagem como extensão de seu apartamento

Vizinho espaçoso Condômino não pode usar vaga de garagem como extensão de seu apartamento 10 de agosto de 2026, 17h49 A sentença, porém, fez uma distinção entre o fechamento físico da vaga e a forma como ela passou a ser utilizada. Segundo o juiz, a autorização concedida pela assembleia permitiu...

Adeus registro de imóvel apenas em cartório: o novo sistema eletrônico nacional que permite consultar matrícula certidão e ônus de qualquer imóvel do Brasil sem sair de casa

segunda-feira, 10 de agosto de 2026 Adeus registro de imóvel apenas em cartório: o novo sistema eletrônico nacional que permite consultar matrícula certidão e ônus de qualquer imóvel do Brasil sem sair de casa Sistema eletrônico nacional permite consultar matrícula e ônus de qualquer imóvel...