Clipping – Z1 Portal – Entenda a influência do divórcio na vida dos filhos

Clipping – Z1 Portal – Entenda a influência do divórcio na vida dos filhos

A saúde emocional de um lar está baseada na qualidade dos relacionamentos ali existente.

Um lar onde os casais brigam muito, onde há discórdia entre pais e filhos, determina uma ecologia ruim, para os seus componentes.

Se a criança vive em um meio assim, normalmente haverá um desenvolvimento emocional e psicológico desequilibrado.

O relacionamento dos pais influencia as atitudes dos filhos, suas realizações, seus relacionamentos e capacidade ou não de gerenciar suas emoções.

¨O que faz um bom pai ou uma boa mãe é a mesma coisa que faz um bom casamento¨, segundo John Gottman e Joan de Claire.

Estudos mostram que conflitos no casamento e divórcio podem desencadear sérios problemas na primeira infância a depender de como acontecem.

Os pais quando ausentes e prestando menos atenção aos filhos facilitam a que eles se envolvam em más companhias, tenham tendências a depressões, isolamentos, riscos para uso de drogas

Mavis Hetherington, refere que a fase de separação e divórcio predispõem a ruptura da relação entre pais e filhos.

Queremos aqui lembrar que mesmo sendo bebes, estes sentem quando um clima não está bom e pode provocar choros, irritação distúrbio do sono e da alimentação.

Filhos de pais separados e com conflitos geralmente não vão bem na escola, se tornam conflituosas e levam estes problemas para vida adulta.

Os conflitos no casamento e separações muitas vezes são inevitáveis, então como fazer para preparar-se todos para esta situação?

Inicialmente trabalhar as emoções no casamento, tendo os pais consciência da própria emoção, o que acontece consigo, o que acontece no relacionamento, como mudar para melhor, ter diálogo sincero e não agressivo com o companheiro(a)

A vida a dois deve ser um projeto em conjunto, sendo a maioria das situações decididas em conjunto.

Evitar a crítica, não falar mal do companheiro para os filhos, evitar insultos, xingamentos.

Não usar os filhos como armas, para se ferirem, para conseguirem o que querem, para vingar-se. Afastar os filhos de um pai ou de uma mãe pode trazer transtornos para esse filho, a não ser que ficar ao lado de um deles corra essa criança riscos sérios.

Não favorecer ao filho interceder ou interferir no conflito conjugal, pois ele não tem maturidade para servirem de mediadores e nem é essa a função de um filho. Tentar sentir o que o filho está sentindo, ter empatia e diminuir a animosidade do casal diante dos filhos.

Conversar com os filhos sobre a separação, mas que eles percebam que não haverá perda da mãe ou do pai. Trabalhar as próprias emoções é fundamental para o adulto para que se consiga realizar essa estratégia.

Busquem apoio psicológico para a família para que o processo de ruptura seja menos danoso para as emoções de todos.

Sempre estejam presentes na rotina dos filhos mesmo com a separação, pois isso ajuda no equilíbrio da criança

Portanto quando o divorcio for necessário para um equilíbrio maior do sistema é necessário um preparo para pais e filhos pois estes últimos ainda em formação podem sofrer danos que levarão até a idade adulta.

O controle das emoções e das atitudes faz parte de um treinamento para o equilíbrio das relações.

Fonte: Z1 Portal
Extraído de Recivil

 

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