CCJ discute reforma do Código Penal com procurador-geral da República

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot 

09/05/2014 - 15h25 Comissões - Constituição e Justiça - Atualizado em 09/05/2014 - 17h49

CCJ discute reforma do Código Penal com procurador-geral da República

Da Redação 

A Comissão de Constituição e Justiça volta a discutir, às 9h da terça-feira (13), o projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012), com a participação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

A reforma do Código Penal começou com a apresentação de um anteprojeto por uma comissão de juristas instalada em 2011, pelo presidente do Senado à época, José Sarney (PMDB-AP). O objetivo era atualizar o texto atual, de 1940, que sofreu apenas um alteração substancial desde então, na parte geral, em 1984.

Depois, o texto passou pelo exame de uma comissão especial de senadores. O relator foi o senador Pedro Taques (PDT-MT), que analisou mais de 140 propostas correlatas e milhares de sugestões enviadas pelos cidadãos.

O substitutivo de Taques sugere penas maiores para crimes contra a vida, aumenta o rol de crimes hediondos e torna mais rigoroso o modelo de progressão de penas. Além disso, extingue o livramento condicional e classifica como crimes as práticas de “perseguição obsessiva ou insidiosa”, conhecida como stalking, e a “intimidação vexatória”, o bullying.

A iniciativa das audiências é do presidente da CCJ, Vital do Rêgo (PMDB-PB), que considera fundamental ouvir especialistas e profissionais do direito antes de pôr o texto proposto por Pedro Taques em votação.

 

Agência Senado

 

Notícias

Juíza reconhece domínio de imóvel por usucapião após 40 anos de posse

Posse pacífica Juíza reconhece domínio de imóvel por usucapião após 40 anos de posse Magistrada concluiu que autor comprovou posse contínua, pacífica e com ânimo de dono desde 1982. Da Redação quarta-feira, 11 de março de 2026 Atualizado às 16:01 A juíza de Direito Sara Fontes Carvalho de Araujo,...

STJ preserva testamento sem filha mesmo após paternidade reconhecida

Herança STJ preserva testamento sem filha mesmo após paternidade reconhecida Relatora entendeu que não há rompimento de testamento quando o autor mantém suas disposições mesmo ciente de ação de paternidade. 4ª turma entendeu que não há rompimento quando testador manteve disposição patrimonial mesmo...