Instituições públicas e privadas podem ser obrigadas a divulgar o disque-denúncia

26/12/2011 16:50

Comércio, escolas e hospitais podem ser obrigados a divulgar o Disque 100

Beto Oliveira
Nelson Bornier
Bornier: violência contra crianças e adolescentes tem aumentado nas últimas décadas.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2151/11, que obriga escolas, hospitais, casas de show e espetáculos, e estabelecimentos comerciais em geral a afixarem placa com o número do disque-denúncia contra a exploração sexual de crianças e adolescentes (Disque 100). A medida vale tanto para instituições públicas quanto privadas.

Pela proposta, de autoria do deputado Nelson Bornier (PMDB-RJ), a placa deverá ficar em local visível ao público e conter o seguinte texto: “Denúncia anônima: disque -denúncia nacional de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes (Disque 100)”.

Maior divulgação
O deputado ressalta que o projeto dará maior amplitude ao serviço, providência importante tendo em vista que, nas últimas décadas, os índices de violência dessa natureza têm aumentado consideravelmente.

Ele lembra que, por meio do Disque 100, gratuito e de abrangência nacional, todo cidadão ou cidadã pode comunicar casos de violência sexual praticados contra meninos e meninas. O anonimato do autor da ligação é preservado e as denúncias são encaminhadas às autoridades competentes.

Tramitação
Sujeita à apreciação conclusiva, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Luiz Claudio Pinheiro
Edição – Marcelo Oliveira - Foto: Beto Oliveira
Agência Câmara de Notícias

 

Notícias

Pedido de justiça gratuita pode ser feito a qualquer tempo

Extraído de Veredictum Pedido de justiça gratuita pode ser feito a qualquer tempo by Max De acordo com a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho, o pedido de concessão do benefício da justiça gratuita pode ser feito pela parte a qualquer momento ou grau de jurisdição. Quando for solicitado...

Trabalhador retirou-se da audiência porque calçava chinelos de dedos

  Indenização para trabalhador que, calçando chinelos, foi barrado em audiência (04.03.11) Um dia depois da matéria de ontem (3) do Espaço Vital sobre exigências formais (gravata, paletó e calçados) para participar de atos judiciais, surge a notícia de que a União foi condenada a reparar o...

Não é possível reconhecer uniões estáveis paralelas

23/02/2011 - 14h21 STJ decide que é impossível reconhecer uniões estáveis paralelas A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça admitiu que não é possível reconhecer uniões estáveis paralelas entre um funcionário público aposentado do Rio Grande do Sul e duas mulheres, com as quais manteve...

Imunidade profissional não é absoluta

03/03/2011 - 14h08 DECISÃO Advogado é condenado por calúnia e difamação contra colega Em mais um julgamento sobre excessos verbais cometidos por advogado no curso do processo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou seu entendimento de que a imunidade profissional prevista na Constituição...