Nova metodologia torna Justiça em Números mais acessível

Foto: Gilmar Ferreira/ Agência CNJ

Nova metodologia torna Justiça em Números mais acessível

28/09/2012 - 07h00 

O relatório Justiça em Números, elaborado anualmente pelo Departamento de Estudos e Pesquisas do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ), vai ganhar neste ano uma nova forma de apresentação: a metodologia adotada torna mais fácil a análise dos dados pelos tribunais e pelo público em geral.

“A apresentação vai ficar mais fácil, mais acessível e mais inteligível para as pessoas”, explica a diretora do DPJ, Janaína Lima Penalva da Silva. A divulgação será em 29 e 30 de outubro, no auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Com o uso de infográficos, segundo ela, será possível visualizar claramente todas as informações de determinado tribunal e compará-las com as de outros tribunais. “A metodologia analítica tem como marco principal a tentativa de avaliar a eficiência do tribunal de forma comparativa”, explica Janaína.

O seminário será aberto em 29 de outubro, à noite, com a apresentação do relatório Justiça em Números pelo ministro Ayres Britto, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, e exposições dos conselheiros Carlos Alberto Reis de Paula, José Guilherme Vasi Werner e Jefferson Kravchychyn. Autoridades de diversos países participarão do evento.

A programação do dia 30 prevê uma palestra do conselheiro Vasi Werner, que fará a análise dos números coletados nesta oitava edição do Justiça em Números. O segundo painel, sobre políticas judiciárias, terá a participação do conselheiro José Lucio Munhoz e de autoridades do Ministério da Justiça e de universidades. O conselheiro Silvio Rocha coordenará o debate sobre transparência de dados e o conselheiro Neves Amorim presidirá o painel sobre a nova metodologia do Justiça em Números.

Participarão do seminário, além de autoridades estrangeiras, representantes dos outros poderes, de universidades, centros de pesquisa e diversos outros segmentos da sociedade. Estudantes, professores e pesquisadores, que tenham algum estudo sobre o Poder Judiciário, terão espaço para expor o resumo de seus trabalhos.

 

Gilson Luiz Euzébio
Agência CNJ de Notícias
 

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