Saiba mais sobre o ponto eletrônico

11/05/2012 11:57

Saiba mais sobre o ponto eletrônico

A medida do Ministério do Trabalho, cuja vigência foi adiada cinco vezes, afeta 700 mil empresas. Esse número corresponde a 9,3% do total de empresas no Brasil, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). O equipamento de registro da jornada de trabalho, de acordo com a regra, deve emitir um comprovante a cada vez que o empregado bate o ponto, além de não permitir que o relógio seja bloqueado ou tenha seus dados editados.

Segundo o ministério, as medidas acabariam com os problemas trabalhistas de horas extras não computadas e garantiriam provas ao trabalhador para contestações na Justiça. Além disso, gerariam maior arrecadação nas contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) referentes às horas extras sonegadas.

O novo sistema valerá a partir de 1º de junho para as empresas que exploram atividade agroeconômica, definidas na Lei 5.889/73; e a partir de 3 de setembro para microempresas e empresas de pequeno porte, de acordo com a Lei Complementar nº 126/06. As empresas que mantêm controle mecânico (cartão) ou manual (escrito) do ponto não precisam mudar a medição de frequência da jornada de trabalho.

 

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Wilson Silveira

Agência Câmara de Notícias
 
 


 

Notícias

Juíza reconhece domínio de imóvel por usucapião após 40 anos de posse

Posse pacífica Juíza reconhece domínio de imóvel por usucapião após 40 anos de posse Magistrada concluiu que autor comprovou posse contínua, pacífica e com ânimo de dono desde 1982. Da Redação quarta-feira, 11 de março de 2026 Atualizado às 16:01 A juíza de Direito Sara Fontes Carvalho de Araujo,...

STJ preserva testamento sem filha mesmo após paternidade reconhecida

Herança STJ preserva testamento sem filha mesmo após paternidade reconhecida Relatora entendeu que não há rompimento de testamento quando o autor mantém suas disposições mesmo ciente de ação de paternidade. 4ª turma entendeu que não há rompimento quando testador manteve disposição patrimonial mesmo...

Sobrenome do ex-cônjuge após o divórcio: exclusão pela via registral

Opinião Sobrenome do ex-cônjuge após o divórcio: exclusão pela via registral Marcos Dallarmi 6 de março de 2026, 6h39 Sob a ótica procedimental, a prática recomenda atenção a quatro pontos: prova do fato jurídico; precisão do resultado; segurança na formalização; e coerência pós-averbação. Confira...