CCJ aprova treinamento contra incêndio em condomínios

Arquivo/Lucio Bernardo Junior

22/04/2015 - 14h57

CCJ aprova treinamento contra incêndio em condomínios

Arquivo/Lucio Bernardo Junior
Paes Landim
Paes Landim excluiu do texto artigo que previa a regulamentação da medida pelo Executivo em 120 dias.
 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei 3702/04, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que torna obrigatório o treinamento de proteção contra incêndio para zeladores e porteiros de condomínios residenciais, comerciais e corporativos. Pelo texto, o treinamento em técnicas de resgate e primeiros socorros também será obrigatório.

De acordo com o projeto, o treinamento será anual, realizado por entidades de prevenção sediadas no mesmo município onde se situa o condomínio, credenciadas pela prefeitura. A proposta também exige que os condomínios disponham de cadeiras de rodas, macas fixas e caixas de primeiros socorros, em quantidade proporcional ao número de usuários da edificação.

O parecer do relator, deputado Paes Landim (PTB-PI), foi favorável à proposta, com emendas. Ele excluiu do texto artigo que previa a regulamentação da medida pelo Executivo em 120 dias.

Tramitação
Como o projeto recebeu pareceres divergentes nas comissões temáticas, ou seja, foi rejeitadopela Comissão de Desenvolvimento Urbano e aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, ele perdeu o caráter conclusivo. Agora será votado pelo Plenário da Câmara, antes de seguir para o Senado.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Newton Araújo
Agência Câmara Notícias
 

 

Notícias

Juíza reconhece domínio de imóvel por usucapião após 40 anos de posse

Posse pacífica Juíza reconhece domínio de imóvel por usucapião após 40 anos de posse Magistrada concluiu que autor comprovou posse contínua, pacífica e com ânimo de dono desde 1982. Da Redação quarta-feira, 11 de março de 2026 Atualizado às 16:01 A juíza de Direito Sara Fontes Carvalho de Araujo,...

STJ preserva testamento sem filha mesmo após paternidade reconhecida

Herança STJ preserva testamento sem filha mesmo após paternidade reconhecida Relatora entendeu que não há rompimento de testamento quando o autor mantém suas disposições mesmo ciente de ação de paternidade. 4ª turma entendeu que não há rompimento quando testador manteve disposição patrimonial mesmo...