Qualidade das rodovias concedidas à iniciativa privada é melhor

Qualidade das rodovias concedidas é melhor que das administradas pelo setor público, indica pesquisa da CNT

24/10/2012 - 17h51
Nacional
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) sobre as condições das principais estradas do país mostra que 86,7% das rodovias concedidas à iniciativa privada, que foram analisadas, são classificadas como ótimas ou boas e 1,8% como ruins ou péssimas. Já as estradas sob gestão pública o percentual de ótimas ou boas é 27,8% e como ruins ou péssimas 34,6%.

A CNT também elaborou um ranking de 109 ligações rodoviárias, compostas por trechos de uma ou mais rodovias de grande importância para o transporte de cargas e de passageiros. As dez primeiras colocadas são concedidas ao setor privado e estão localizadas no estado de São Paulo. As dez piores ligações rodoviárias são públicas e estão principalmente nos estados do Norte e Nordeste, além de Goiás, Mato Grosso e do Tocantins.

A 16ª Pesquisa CNT de Rodovias analisou 95,7 mil quilômetros de rodovias em todo o país entre os dias 25 de junho e 31 de julho deste ano. Os pesquisadores avaliaram aspectos do pavimento, da sinalização e da geometria da via de 100% da malha federal pavimentada e das principais rodovias estaduais pavimentadas, além das rodovias concessionadas.

 

Edição: Aécio Amado

Fotos: Agência Brasil
 

Notícias

Assinatura digital em contratos imobiliários

Assinatura digital em contratos imobiliários Aline Augusto Franco A certificação digital qualificada moderniza contratos imobiliários e, ao seguir a ICP-Brasil e canais oficiais, garante validade, prova e segurança jurídica. terça-feira, 10 de fevereiro de 2026 Atualizado em 9 de fevereiro de 2026...

Correio da Manhã – Transferência de atos gera economia e reduz ações

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026 Correio da Manhã – Transferência de atos gera economia e reduz ações Cartório em Números mostra o alívio da sobrecarga judicial A transferência de atos do Judiciário para os cartórios resultou em uma economia superior a R$ 600 milhões aos cofres públicos em...