Qual o papel do advogado nas audiências de conciliação?

Foto: Divulgação/CNJ

CNJ Responde sobre o papel do advogado na conciliação

17/10/2014 - 19h41


Qual o papel do advogado nas audiências de conciliação? Essa é a dúvida encaminhada ao CNJ Responde desta semana. Para o conselheiro Emmanoel Campelo, coordenador do Comitê Gestor da Conciliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a presença do advogado durante a audiência de conciliação não é obrigatória, mas pode auxiliar na obtenção do acordo. 

“O papel do advogado é o de orientar o cidadão quanto aos seus direitos durante a audiência de conciliação. A presença de um advogado em uma audiência de conciliação dá uma segurança jurídica muito maior ao processo”, afirmou Campelo.

Acesse aqui o CNJ Responde. 

A Semana Nacional da Conciliação, realizada anualmente para reduzir o estoque de processos na justiça brasileira, será no período de 24 a 28 de novembro.

Alguma dúvida sobre o tema? O CNJ Responde! Basta enviar um vídeo para o e-mailideias@cnj.jus.br. O programa está no ar no canal de vídeos da Internet toda quinta-feira, a partir das 11 horas.

Regina Bandeira
Agência CNJ de Notícias

Notícias

Crédito com garantia de imóvel atrai tomadores

02/04/2026 Crédito com garantia de imóvel atrai tomadores Embora a modalidade esteja em expansão, ainda há espaço para crescimento, aponta Abecip Conhecido como home equity, o crédito com garantia de imóvel tem sido cada vez mais utilizado no mercado financeiro nacional. Dados da Associação...

Biometria facial não valida empréstimo contratado por incapaz

Aval obrigatório Biometria facial não valida empréstimo contratado por incapaz 27 de março de 2026, 18h57 Segundo Ribas, o denominado “dossiê de contratação” e o comprovante de assinatura eletrônica indicaram apenas a participação direta do homem, sem qualquer demonstração de intervenção de sua...

Comprador herda débitos acumulados em aluguéis após aquisição de imóvel

Herança de dívida Comprador herda débitos acumulados em aluguéis após aquisição de imóvel 21 de março de 2026, 17h45 Segundo o relator, desembargador Ricardo Gomes de Almeida, a previsão de que o vendedor deveria “viabilizar” a transferência não significava responsabilidade exclusiva. Leia em...